A primeira e mais importante regra da aromaterapia: diluir antes de aplicar!

Na maioria das vezes, compramos os óleos essenciais em vidrinho com sua forma pura e concentrada. Os óleos essenciais devem ser utilizados puros apenas e exclusivamente para inalação e difusão ambiental (uso no difusor/aromatizador). Para todos os outros usos, a regra suprema é clara: sempre diluir antes de aplicar!

No caso da inalação, precisamos que os óleos essenciais estejam puros para que conservem sua volatilidade (capacidade de evaporar rapidamente em contato com o ar), de forma que suas moléculas cheguem até o nosso nariz e por conseguinte à corrente sanguínea e ao sistema nervoso central. O mesmo se espera do difusor/aromatizador de ambientes. Apesar de usarmos água, tanto o Difusor Ultrassônico quanto o Aromatizador Elétrico (tomada) mantém o óleo não-diluído, conservando sua volatilidade. Isso ocorre por os OE serem substâncias lipossolúveis e não se misturarem com a água; logo, eles não perdem suas características e as moléculas de água evaporam ou são dispersadas no ar em conjunto com as moléculas de óleo essencial.

Por que diluir óleos essenciais?

Para a aplicação dos óleos essenciais no corpo, seja em forma de massagem, aplicação em um ponto específico ou para finalidade cosmética, os óleos essenciais precisam SEMPRE ser diluídos. Ainda existem pessoas que acreditam que a diluição tem apenas o intuito de fazer os óleos essenciais terem um maior rendimento, no entanto essa está longe de ser a intenção.

Em primeiro lugar, a diluição suaviza o contato do óleo essencial com a pele. A composição química do óleo essencial puro pode causar sensibilização dérmica a curto ou médio prazo, principalmente em pessoas com a pele sensível. Existem OEs que são mais ou menos irritantes e peles que são mais ou menos suscetíveis, mas o uso do óleo puro a longo prazo pode gerar uma sensibilização e até intolerância cutânea.

Além disso, é muito difícil para a pele absorver o óleo essencial puro de forma eficaz. A primeira dessas dificuldades está justamente na volatilização. Grande parte das moléculas dos óleos essenciais acabam volatilizando antes de conseguirem ser absorvidas pela pele que, em geral, encontra-se numa temperatura mais quente que o ambiente, provocando a evaporação mais rápida.

Outro fator que influi na dificuldade de absorção é justamente a característica dos óleos essenciais de terem maior afinidade com substâncias lipídicas (gordura). O problema aqui é justamente que a composição celular do nosso organismo é rica em água, o que pode repelir o óleo essencial. Diluir o OE em um meio gorduroso, como óleos vegetais, manteigas ou cremes próprios, garante uma melhor absorção, já que nossa pele tem tendência a absorver essas substâncias para se nutrir.

Assim, a regra da obrigatoriedade da diluição é muito importante de ser seguida sempre, não apenas para evitar efeitos adversos e inesperados da reação do contato dos óleos com a pele, mas também, para melhorar a absorção dos mesmo, evitando a perda por volatilização e garantindo uma maior eficácia no uso dos óleos essenciais.

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