Como não usar óleos essenciais

Os óleos essenciais são substâncias naturais incríveis que podem facilitar os cuidados com o bem-estar no dia a dia e trazer inúmeros benefícios para você e sua família. No entanto, isso não quer dizer que não existam alguns cuidados a serem tomados antes de usar. Muito se fala sobre as possibilidades de uso, mas hoje vamos fazer um desvio e mostrar o que não fazer ao usar óleos essenciais. Não deixe de conferir!

Aqui no blog, e também no perfil Via Aroma – Aromaterapia, sempre trazemos dicas e curiosidades sobre como utilizar os óleos essenciais para diversas situações. E também, informações importantes sobre cuidado e segurança para que seu uso dos óleos essenciais não gere qualquer intercorrência. Para isso, fizemos uma lista dos principais erros que as pessoas cometem no uso dos óleos essenciais. Fique atento para se lembrar de nunca.

1. Usar óleos essenciais puros na pele

O primeiro item da lista é uma das questões mais importantes da aromaterapia. O uso de óleos essenciais puros pode gerar sensibilização por diversos fatores: pele sensível, característica química dos óleos essenciais, alergia a algum componente químico do óleo ou mesmo o risco de oxidação por má conservação dos frascos. Além disso, pesquisas comprovam que o uso de óleos essenciais puros na pele a longo prazo aumenta a chance de desenvolver alergia à determinados componentes. Então, pela sua segurança à curto e longo prazo, sempre dilua os óleos essenciais antes de aplicar na pele.

2. Exagerar na dosagem do óleo essencial

Outro erro bastante comum é o excesso de dosagem. Muitas pessoas se enganam com a ideia de que uma ou duas gotinhas é uma quantidade muito pequena, na maioria das vezes por desconhecimento sobre o quanto os óleos essenciais são concentrados e o quanto suas moléculas são de ação potente. Em vários casos a superdosagem ocorre na tentativa de aumentar a dosagem para que o óleo essencial faça mais efeito ou efeito mais rápido.

Mas, não é bem assim que funciona. Existem diversos riscos na superdosagem, como sensibilização cutânea e intoxicação hepática (fígado) ou neurológica (sistema nervoso), dependendo do óleo essencial. Por isso, para um uso tranquilo e seguro, respeite sempre as dosagens recomendadas. Na dúvida, lembre-se sempre que na aromaterapia menos é mais!

3. Usar continuamente o mesmo óleo essencial

A utilização de forma crônica é outro fator bastante preocupante. Não é recomendado usar óleos essenciais em aromatizadores ou difusores por várias horas seguidas todos os dias, ou utilizar produtos na pele e no corpo por vários meses, sem intervalos. Além de todos os riscos de intoxicação já citados, essa prática de uso contínuo também pode levar a uma ineficácia do próprio óleo. A perda das funcionalidades do óleo essencial a longo prazo é uma queixa muito comum de quem utiliza uma mesma combinação de óleos essenciais por muitos meses seguidos, mesmo em produtos de higiene ou cosméticos.

Para continuar usufruindo sempre dos benefícios da aromaterapia, intercale o uso de diferentes óleos e faça pequenas pausas para descansar seu olfato e seu corpo das substâncias químicas presentes nos óleos essenciais. Então, lembre-se de intercalar os OE usados e fazer intervalos de alguns dias entre os usos.

4. Usar óleos essenciais sem nenhum conhecimento

Por último, mas não menos importante, busque sempre conhecer um pouco sobre o óleo essencial que você irá utilizar, principalmente para ver se há algum risco – como a dermosensibilidade da Canela e a fotossensibilidade dos OE cítricos – ou se existem contraindicações para públicos específicos, como gestantes, crianças e idosos. Se for um óleo essencial mais complicado de se usar, como a Noz Moscada, provavelmente encontrará de forma fácil essas informações na internet, e mesmo em nosso site. Conhecimento é sempre a melhor arma contra o risco da desinformação.

5. Ingerir óleos essenciais

Como esse é um assunto polêmico, é necessário pontuar que a ingestão existe, mas nem de longe é da forma como vemos na internet. Em alguns países, essa prática é regulada e possível apenas quando indicada por médicos capacitados. No entanto, no Brasil essa não é uma prática regulamentada, então nada de beber óleo essencial, especialmente por conta própria!

A ausência de pesquisas sobre a ingestão de óleos essenciais torna esse terreno obscuro: não sabemos qual a quantidade mínima para ter efeito, não sabemos a quantidade máxima que pode causar intoxicação, nem quais as vias metabólicas esse composto pode tomar dentro do organismo, muito menos seus efeitos no corpo. Além disso, praticamente todas as necessidades podem ser atendidas com uso tópico ou inalatório dos óleos essenciais, que são vias muito mais seguras de uso.

Enfim, os óleos essenciais são ferramentas incríveis que podem ajudar com diversas situações, mas é sim importante você seguir as regras básicas da aromaterapia para evitar problemas. Assim, você terá os benefícios de um produto natural, com toda a segurança e tranquilidade para cuidar de si e daqueles que você ama.


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